quarta-feira, 19 de junho de 2013

Diabetes: aprenda a aplicar insulina

INSULINA

INSULINA, O QUE É? O QUE FAZ?

Devido à abrangência do tratamento de diabetes no mundo atual, a palavra insulina já é conhecida por um grande número de pessoas. Para muitas delas, a insulina é apenas uma substância produzida pelo organismo humano e que, tendo sua produção comprometida, ocasiona a diabetes. No entanto, a insulina é muito mais que isso. Ela é um importante regulador metabólico do organismo, apresentando um amplo espectro de ações.

Inicialmente, vamos falar a respeito dos aspectos moleculares referentes à insulina. A insulina é um peptídeo, formado por apenas 51 aminoácidos organizados em duas cadeias polipeptídicas ligadas por pontes dissulfeto. É uma proteína muito pequena, se comparada a outras de importância metabólica equivalente. Ela é secretada pelas células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas. A estrutura molecular da insulina pode ser verificada pela ilustração abaixo:



A insulina é, de fato, um hormônio, já que atinge a corrente sanguínea, alterando estados metabólicos de muitas células do organismo. Os principais efeitos da insulina são: aumentar a tomada de glicose pelos tecidos periféricos, como músculos e tecido adiposo, e interromper a biossíntese de glicose pelos hepatócitos (gliconeogênese). Desse modo, o quadro fisiológico clássico do diabético é a hipergricemia (alta concentração de glicose do sangue), já que a insulina, em termos gerais, retira a glicose do sangue.
Vários efeitos fisiológicos da insulina são de cunho anabólico. Dentre eles, os mais importantes são:
· Aumento da síntese de glicogênio hepático e muscular: essa é a forma de armazenamento de glicose no organismo – o glicogênio é degradado em glicose em momentos de hipoglicemia (ou em situações de baixa quantidade de glicose no sangue);
· Aumento da síntese de triglicerídeos: a insulina aumenta a entrada de lipídeos na célula, levando à biossíntese de triglicerídeos através da esterificação de ácidos graxos;
· Diminuição da degradação de proteínas: estudos revelam que níveis plasmáticos elevados de insulina levam à menor excreção de compostos nitrogenados, o que indica que, nestes casos, a degradação protéica é menor;
· Diminuição da lipólise: a degradação de lipídeos é menor;
· Aumento da absorção de aminoácidos no sangue pelas células;
· Aumento da tomada de potássio sanguíneo pelas células.

Há alguns anos, havia o conceito tradicional de que o cérebro era insensível à insulina. No entanto, evidências recentes contradizem essa teoria. Descobriu-se que a insulina age no sistema nervoso central, sinalizando saciedade e diminuindo o apetite. Desse modo, é evidente que a insulina desempenha um papel decisivo no metabolismo da glicose e na regulação do balanço energético do organismo. Os níveis de insulina na corrente sanguínea sofrem contínuas variações, exercendo efeitos fisiológicos muito sensíveis no organismo. Verifica-se, então, a gravidade de distúrbios resultantes do descontrole desses níveis, como a própria diabetes.

domingo, 16 de junho de 2013

metabolismo

Metabolismo
Um dos processos metabólicos do organismo é a conversão de alimentos em energia e calor dentro do corpo. Os alimentos são constituídos de três nutrientes principais (coloque a seta sobre uma imagem para visualizar o produto de digestão):
                                                                        
Podemos retirar energia de qualquer uma das três categorias, mas a glicose é especialmente importantes porque é rapidamente convertida em energia quando necessário.
No período após a ingestão de alimentos (estado alimentado), devido à grande quantidade de nutrientes no sangue, há predomínio de processos de armazenamento de nutrientes sobre os de quebra. Quando os níveis de glicose no sangue aumentam, a insulina é secretada.
A função mais conhecida da insulina é a regulação da quantidade de glicose no sangue (glicemia). A insulina atua como uma chave, abrindo portas nas paredes das células musculares e do tecido adiposo, permitindo que o açúcar do sangue entre nas células para produzir energia e faz com que os níveis de açúcar no sangue voltem ao normal. No tecido adiposo, a insulina facilita a conversão de glicose em ácidos graxos (lipogênese) e inibe a quebra de lipídeos (lipólise). No fígado, a insulina ajuda na conversão de glicose em glicogênio (molécula composta por várias glicoses que quando necessário é quebrada para a liberação da glicose), além de diminuir a formação de glicose a partir de outras fontes como os aminoácidos (moléculas que compõem as proteínas). A ação da insulina é contrabalançada por outros hormônios, tais como o glucagon.
No estado de jejum, todos os nutrientes foram armazenados ou utilizados. Há tendência à queda da glicemia, o mesmo ocorrendo com a secreção de insulina. O resultado é a redução da síntese de gordura, com aumento da lipólise no tecido adiposo e da oxidação (para a liberação de energia) de ácidos graxos, principalmente nos músculos e no fígado. Os níveis de glucagon no sangue aumentam, resultando em quebra do glicogênio para liberação de glicose no sangue e a formação de glicose que ocorrem principalmente no fígado.
No Diabetes Mellitus, a falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina exercer adequadamente suas ações faz com que ocorram várias alterações no metabolismo do corpo. Entre as mais importantes estão:
  • Aumento da glicemia: devido a falta da insulina (chave), o açúcar não consegue chegar aos músculos e ao tecido adiposo, aumentando sua concentração no sangue.
                                 
  • Presença de açúcar na urina: A urina forma-se nos rins quando o sangue é filtrado. Sem insulina, a quantidade de açúcar na corrente sanguínea atinge níveis muito altos. Quando isto acontece, algum açúcar extravasa para a urina através dos rins. O açúcar que passa para a urina leva consigo uma grande quantidade de água.
  • Presença de corpos cetônicos na urina: No diabetes tipo 1, como o organismo não pode utilizar o açúcar para produzir energia de maneira satisfatória, ele vai tentar usar gorduras acumuladas como combustível. Quando o fígado queima gorduras muito rapidamente, produz resíduos tóxicos chamados corpos cetônicos, que são perigosos porque tornam o sangue ácido. Quando os corpos cetônicos atingem os rins, alguns passam para a urina juntamente com o açúcar.
Fonte:

insulina e caridratos

Ação da Insulina no metabolismo das gorduras


A insulina é reconhecida como o hormônio da “fartura” . O aumento da concentração sanguínea de glicose estimula, de forma rápida, e é fator primordial para que ocorra a secreção de insulina pelo pâncreas.

A insulina é um hormônio que promove a entrada de glicose nas células e que também atua no metabolismo das gorduras e proteínas. Só para esclarecer, a glicose é o produto final da degradação dos carboidratos, que ocorre durante o processo de digestão.


Quando a concentração dos nutrientes excede a demanda (necessidadade) do corpo, a insulina assegura que os nutrientes em excesso sejam armazenados como glicogênio, no fígado, como proteína, nos músculos, e como gordura, no tecido adiposo.



Ela é responsável pelo aumento da deposição de gordura nos adipócitos, que são as células que formam o tecido adiposo e tem uma alta capacidade de armazenar gordura. 


Sua ação encontra-se também na diminuição da lipólise, que é a mobilização e queima das gorduras para produção de energia.

Muitas pessoas procuram ingerir baixas quantidades de carboidratos, ou ainda, se preocupam em ingerir carboidratos de menor índice glicêmico, na tentativa de diminuir a secreção de insulina, promovendo assim, um menor acúmulo de gordura.

Mas, tenha em mente que a insulina não faz com você engordar. Comer em excesso e exercitar-se pouco, SIM. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

OS AMINOACIDOS E DUAS FUNÇÕES NO ORGANISMO

Os aminoácidos e suas funções no organismo!

Os Aminoácidos:
São as unidades fundamentais das PROTEÍNAS.

Todas as proteínas são formadas a partir da ligação em seqüência de apenas 20 aminoácidos.

Existem, além destes 20 aminoácidos principais, alguns aminoácidos especiais, que só aparecem em alguns tipos de proteínas.


ÁCIDO ASPÁRTICO:
Ajuda na eliminação da amônia no organismo e a proteger o sistema nervoso central.


ÁCIDO GLUTÂMICO:
Acredita-se que aproximadamente a metade da composição de aminoácidos do cérebro é composta por ela.

O "combustível do cérebro".

Acredita-se também que o funcionamento normal do cérebro dependa do Ácido glutâmico por ser ele uma substância necessária para a saúde do sistema nervoso.


ALANINA:
A Alanina ajuda o corpo a utilizar o ácido pantotênico.


ALBUMINA:
Geralmente proveniente da clara do ovo;

Proteína de alto valor biológico, devido a sua alta digestibilidade e por conter todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais, a albumina é reconhecida como a mais rica proteína animal, sendo fundamental para o crescimento e regeneração muscular.

Tomar depois dos treinos ou antes de dormir.


ARGININA:
A arginina é vital para o funcionamento normal da glândula pituitária.

Tomada antes de dormir, ela aumenta a produção do hormônio de crescimento.

Ela ajuda na desintoxicação de resíduos venenosos e substancias tóxicas.

Também ajuda na recuperação de ferimentos.

Uma alta porcentagem do colágeno ( a "cola" do organismo) é constituída de argenina.

É ideal quando combinada com Oritina.


BCCA:
Em cápsulas e comprimidos, trata-se de um complexo de três aminoácidos, tijolos que formam as proteínas, matéria-prima dos músculos.

São eles: leucina, isoleucina e valina. Apesar de essências na construção da massa muscular, esses aminoácidos não são produzidos pelo corpo.

Devem ser tomados antes e depois de uma atividade muscular intensa.


CAFEÍNA:
Estimula o batimento cardíaco resultando numa aceleração da freqüência de respiração e aumento do metabolismo basal.

É um poderoso estimulante, resultando num desgaste menor mais resistência durante os treinos.

Em excesso causa insônia, inquietação ou batimento cardíaco exagerado.


L - CARNITINA:
Em cápsulas e líquido.

Funciona como um emagrecedor.

Ajuda a varrer gordura para o interior da célula para que ela seja utilizada na produção de energia.

Deve ser tomada antes de exercícios aeróbicos, como corrida ou bicicleta.

Melhores resultados quando combinada com creatina.


CISTEÍNA:
A cisteína é a principal fonte de enxofre na dieta. Juntamente com outras substâncias, a cisteína ajuda na desintoxicação do corpo, aumenta a eficiência do processo de recuperação e a resistência a doenças.

É importante também para o crescimento dos cabelos, unhas e recuperação da pele.


CREATINA:
Em cápsulas e pó.

À base de monoidrato de creatina, aminoácido que produz ATP, substância que serve de matéria-prima para a produção da energia muscular.

Esse suplemento garante uma melhor resposta dos músculos durante os exercícios.

Deve ser tomada duas colheres pequenas antes e depois do treino, ela e melhor aproveitada se tomada com carboidratos ou se preferir carnitina.


FENILALANINA:
É um aminoácido essencial que é obtido através da alimentação ou em forma de suplementos, uma vez que não é produzida pelo corpo.

É necessária à tireóde e aos vasos samqüinios.

Pesquisas revelam que tem efeitos antidepressivos devido a seu papel na formação de neurotransmissores, que positivamente contribuem para o bom humor, disposição e atenção.



GLICINA:
Embora seja o aminoácido mais simples, a glicina mostrou ser necessária para o funcionamento normal do sistema nervoso, da pele e dos tecidos musculares.


GLUCURONOLACTONA:
Trata-se de um hidrato de carbono.

Existem poucas informações com relação a sua atividade fisiológica.

Age como desintoxicante e auxilia a extração de produtos do metabolismo através da urina, um aumento da excreção não se registra com administração de glucuronolactona em forma de bebida.

A tese é que esta substância auxilia ou intensifica a eliminação de substâncias originais durante esforços físicos prolongados e intensos.


HMB: Em cápsulas.
Composto de betahydroxo e beta-methylbutyrate, substância que ajudam a quebrar os aminoácidos para que eles sejam aproveitados pelo organismo.

Deve ser tomado três vezes ao dia. (Trata-se de uma substância que é sintetizada pelo corpo humano es e encontra no tecido muscular sob forma de mioinosita.

O corpo pode aproveitar somente a insosita de síntese própria.

Uma fonte externa dessa substância não produz efeito algum.

Inosita s forma nos intestinos estando ácido pantotênico e ácido-p-aminobenzóico.

Inosita é muito encontrado em plantas.


ISOLEUCINA:
Um dos oitos aminoácidos essenciais, a isoleucina é fornecida por uma dieta equilibrada e por suplementos, uma vez que o organismo não consegue produzi-la.


LEUCINA:
O outro aminoácido essencial que não é fabricado pelo corpo,a leucina é formada pelos alimentos ou por complementos.

A literatura especializada indica que ela pode ser útil para pessoas que queiram ganhar ou perder peso.


LISINA:
Este aminoácido essencial é necessário na formação de anticorpos, na produção de hormônio e enzimas e na recuperação de tecidos.

A lisina não é produzida pelo organismo, é obtida através da alimentação e de complementos.


METIONINA:
Acredita-se que este aminoácido essencial ajuda na limpeza do fígado e rins, controla o colesterol e expulsa resíduos tóxicos.

A mentionina ajuda a fortalecer as unhas e melhorar a flexibilidade e o tom da pele.


ORNITINA:
Ajuda a estimular o sistema imunológico.

Parece que também tem influência na energia do corpo.

Atenção

* O FazFacil não se responsabiliza pelos dados aqui apresentados (somente) a titulo ilustrativo, nem incentiva qualquer dieta sem acompanhamento médico !
* Não faça dieta sem consultar um médico.



TAURINA:
Acredita-se que a taurina representa um papel de neurotransmissor.

Estes atuam na transmissão de informações de uma célula nervosa para a outra.

Esta particularidade da taurina ainda não foi confirmada cientificamente.

É possível que a taurina intensifica ação da cafeína tendo portanto uma ação estimulante.

É produzido na biles pela reação da metionina e da cristina durante a síntese da taurina.


TREONINA:
A literatura especializada indica que este aminoácido essencial previne a indigestão e as disfuções intestinais.

Como não produzido pelo corpo, é obtido através de alimentação ou complementos.


TRIPTOFANO:
Seu corpo não fabrica este aminoácido essencial; ele deve ser obtido através da alimentação e complementos.

O triptofano é usado pelo cérebro na produção de serotinina e trabalha em parceria com várias vitaminas do complexo B, ajudando-as a funcionar com todo seu potêncial.



Fontes:
http://www.karatebarretos.com.br
http://www.fazfacil.com.br/saude/aminoacidos.html


quarta-feira, 12 de junho de 2013

RESPIRAÇÃO CELULAR glicólise,ciclo de krebs,fosforilação oxidativa.

12 Como Ocorre a Digestão dos Alimentos

Ácido acetilsalicilico (AAS)


O ácido acetilsalicílico (AAS) é um inibidor da enzima ciclo-oxigenase e
acetilador de tromboxano A2, o que lhe confere atividade anti-agregante plaquetária.
Sua ação sobre a função plaquetária costuma durar cerca de 24 horas, tempo
necessário para que a medula óssea produza mais plaquetas que possam sintetizar novamente a ciclo-oxigenase e posteriormente tromboxane A2. Por isso, é possível administrar o ASS apenas uma vez ao dia para que o efeito anti-agregante seja mantido.
Estima-se que dose diária entre 20-50mg seja suficiente para suprimir quase
completamente a síntese de tromboxano em poucos dias de terapia. Enquanto
doses entre 150-300 mg sejam capazes de suprimir afunção plaquetária quase
instantaneamente.
Há muito tempo o ácido acetilsalicílico (AAS) tem sido utilizado na prevenção
de eventos tromboembólicos, porém a dose que pode variar de 50-325 mg/ dia
 continua sendo alvo de pesquisas e discussões até o presente momento devido ao risco de efeitos adversos em doses maiores ou perda da eficácia terapêutica em doses baixas.