quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Lupos, uma doença pouco falada e de difícil diagnóstico

O lupos é uma doença crônica, de natureza auto-imune e inflamatória,que atinge várias regiões do organismo humano, principalmente a epiderme, as juntas, o sistema sanuíneo e os rins.
Geralmente o sistema imunológico  fabrica proteínas conhecidas como anticorpos. Cabem a eles preservar o corpo físico de todo tipo de ataque externo, de vírus, bactérias, células que provocam o câncer e tantos outros elementos desconhecidos. Estes invasores, que desencadeiam a elaboração automática de anticorpos, são denominados antígenos.
A enfermidade auto-imune aparece quando o sistema imunológico responsável pela defesa do organismo não consegue mais distinguir os elementos incomuns das suas próprias células, atingindo assim não só os inimigos, mas também seu ambiente corporal. São estas proteínas anormais, os auto-anticorpos, que, unidos aos fatores orgânicos, compõem os complexos imunológicos, gerando sérias lesões nos mais variados tecidos e mutações na circulação do sangue.
É uma doença de difícil diagnóstico pois suas manifestações clinicas podem aparecer em um unico órgão ou comprometer vários sistemas retardando assim sua suspeita.O diagnóstico é baseado em 11 parâmetros clínicos e laboratoriais, sendo que a presença de quatro deles já é suficiente para a conclusão do diagnóstico.

Veja as informações mais completas sobre a doença, diagnóstico e tratamento disponível em :http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/65/lupus_eritematoso_sistemico.htm

O que é linfoma?

INTRODUÇÃO E DEFINIÇÕES

            Os linfomas são neoplasias hematológicas que formam um grupo amplo de entidades malignas que podem apresentar padrão histológico e comportamento clínico diferenciado, constituindo-se muitas vezes em um desafio para o clínico. Tais diferenças baseiam-se em diversidade de evolução e prognóstico, indo desde doenças que levam anos de sua instalação a seu diagnósticos (indolentes) até entidades malignas extremamente agressivas, que podem levar ao óbito em alguns dias se não forem tratadas adequadamente. Torna-se imperativo, portanto, que tais condições tenham seu diagnóstico feito prontamente. Sendo proliferações neoplásicas malignas de linfócitos, residem predominantemente em órgãos linfóides. A classificação dos linfomas os divide em dois grandes grupos:

         Linfoma de Hodgkin;
         Linfoma não-Hodgkin.

Os linfomas não-Hodgkin (LNH) são todos aqueles não caracterizados como linfomas de Hodgkin (LH), sendo, portanto, um grupo de mais de 30 doenças diferentes, com apresentações clínicas e prognósticos muito variados. Correspondem a mais de 70% dos linfomas.
Dada a grande variedade de apresentações clínicas e achados histopatológicos, sua classificação adequada continua sendo um grande desafio para hematologistas e patologistas. Durante as últimas décadas, diversos esquemas de classificação foram propostos, e à medida que novas técnicas foram sendo desenvolvidas (por exemplo, imunofenotipagem, citogenética, biologia molecular), os esquemas de classificação eram revistos, com descrição de novos e reclassificação de subtipos antigos.
            De todo modo, qualquer classificação de linfoma deve procurar definir não apenas o tipo histológico, mas também realizar correlação clínica e determinar o grau de agressividade dos diversos subtipos histológicos, haja visto que essa informação tem extrema importância no planejamento do tratamento e no prognóstico dos doentes. Tendo isto em mente, a classificação histológica mais utilizada hoje é a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma atualização da antiga classificação REAL (do inglês Revised European American Classification of Lymphoid Neoplasms). No entanto, iremos nos guiar neste capítulo por uma classificação clínica dos LNH, em virtude sua maior praticidade e relevância na prática diária, de modo que possa se estabelecer com precisão o prognóstico do doente e iniciar as medidas terapêuticas apropriadas.

Artigo completo disponível em :http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/99/linfomas_nao_hodgkin.htm   


Esse artigo trans informações bem complexas sobre o linfoma,suas formas de manifestações, sintomas, tratamentos e diagnóstico

Linfoma

O linfoma é um câncer no sistema linfático, composto por vasos e agregados de células responsáveis pela defesa do nosso organismo.
Linfoma: um câncer com grande chance de curaOs vasos linfáticos originam-se na periferia do corpo - debaixo das superfícies mucosas ou da pele - e correm rumo ao seu interior. Nesse caminho, unem-se uns aos outros, transformando-se em vasos progressivamente maiores que terminam em grandes veias na base do pescoço.
Ao longo do trajeto, existem estruturas denominadas nódulos linfáticos – mais conhecidos como gânglios linfáticos. Eles funcionam como filtros e é em seu interior que ocorrem respostas imunológicas para microrganismos como bactérias e vírus.
Os linfomas mais frequentes decorrem do aumento dos gânglios linfáticos e são classificados como Hodgkin – que possuem uma célula alterada com o nome de Reed-Steinberg – e não Hodgkin. De forma geral, podem ser indolentes (não agressivos), agressivos ou muito agressivos.

Causas

De acordo com o hematologista do Einstein, Dr. Nelson Hamerschlak, não se conhecem as causas de todos os linfomas. “Alguns deles estão claramente ligados a problemas virais. Outros simplesmente acontecem e não conseguimos determinar uma causa”, afirma o médico.
“Já houve tentativas de se estabelecer produtos agrícolas como causas e até mesmo determinadas características genéticas, mas pouco foi de fato relacionado”, diz.

Sintomas e sinais

É comum o próprio paciente perceber o aumento desses gânglios na região do pescoço ou abaixo da mandíbula. Eles aumentam de tamanho e ficam endurecidos, embora sejam indolores, não apresentem vermelhidão e nem elevação da temperatura local.
O aumento de gânglios pode ocorrer também em outras regiões do corpo, como nas axilas, acima ou abaixo das clavículas, do lado interno dos braços na altura dos cotovelos ou na virilha.
Alguns pacientes relatam regressão dos sintomas de maneira espontânea ou resultante de tratamento com antibióticos ou medicação anti-inflamatória.
Tosse com ou sem expectoração, dores no tórax e dificuldade para respirar mediante esforço físico costumam ser verificados. Febre (geralmente inferior a 38oC), transpiração noturna e perda de peso inexplicável também podem acometer indivíduos com linfoma.
Algumas vezes, a transpiração mostra-se tão intensa que obriga o paciente a trocar o pijama ou até mesmo os lençóis durante a noite. Algumas pessoas apresentam ainda um quadro de coceira generalizada, intensa e extremamente desconfortável.

A cura

Os linfomas são doenças potencialmente curáveis, mesmo nas fases avançadas. “O tipo do linfoma determina se tem maior ou menor chance de cura. Os indolentes são pouco agressivos e podem conviver com o paciente por muitos anos, outros requerem tratamento imediato com quimioterapia ou radioterapia. Alguns poucos podem necessitar de transplante de medula óssea”, explica.

Tratamento

O tratamento de linfomas varia de acordo com o paciente e depende do tipo da doença (Hodgkin ou não Hodgkin).
Os recursos terapêuticos disponíveis são radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. Os linfomas indolentes têm caráter crônico e o tratamento, quando necessário, visa apenas controlar a doença.
Para os casos mais agressivos, o transplante de medula óssea retirada do próprio corpo pode ser recomendado.
Essa modalidade de tratamento vem obtendo resultados interessantes em linfomas avançados e reincidentes. As chances de sucesso dependem de vários fatores, como idade do paciente, outros problemas médicos associados, número de tratamentos quimio ou radioterápicos previamente recebidos, além da sensibilidade da doença à quimioterapia administrada antes do transplante.
Além de poder ajudar em quadros de reincidência da doença, o transplante autólogo é uma alternativa interessante para pacientes cuja doença não melhora completamente após o tratamento inicial.




Disponivel em:http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/linfoma-tem-grande-chance-de-cura.aspx

Esse tipo de câncer é avassalador e geralmente se descobre já numa condição extrema da doença.
Passamos por essa situação com uma pessoa próxima, mas que, graças a Deus,superou parcialmente a doença e está bem.
É um tratamento com medicações caras, mas de grande eficiência. Vale a pena conhecer um pouco mais dessa doença, pois seus sintomas são bem comuns,as vezes passando despercebido o início da mesma.

Anemia Falciforme


 Na anemia falciforme, as células vermelhas do sangue (hemácias), que normalmente têm um formato discóide (A), assumem formas bizarras que lembram foices quando em baixas tensões de oxigênio, seja no laboratório ou em alguns órgãos do corpo, como o baço.

A Anemia Falciforme é uma doença hereditária e genética, caracterizada por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem sua forma arredondada e adquirem a forma de uma foice(daí o nome falciforme). Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. No Brasil, representam cerca de 8% dos negros, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.
O artigo da Revista Ciência Hoje ,Anemia Falciforme:uma doença molecular, fala das várias  descobertas sobre a doença, abrindo portas para o surgimento da medicina molecular e genética.Dentre os descobridores de que essa anemia é de herança genética,está o brasileiro Jessé Accioly, que plublicou um artigo sobre o assunto,falando das suas desconfianças, mas que por ter ficado apenas em hipóteses,não ganhou nome pelas suas suposições, pois para a ciência apenas hipóteses não não bastam.
Artigo disponível em:http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/deriva-genetica/anemia-falciforme-uma-doenca-molecular/?searchterm=ANEMIA%20FALCIFORME 

Anemia Falciforme, como acontece

http://www.youtube.com/v/FBXcJN1ETa4?version=3&autohide=1&autohide=1&feature=share&autoplay=1&showinfo=1&attribution_tag=Gz5ag6eYD4-gyBbpc_CC2w

Esse vídeo é uma animação que mostra de forma dinâmica como acontece a anemia falciforme, sua mutação no dna e seus sintomas.É bem interessante

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Parkinson - como acontece


O cérebro é o órgão que comanda todas as funções do nosso corpo. É ele que nos permite falar, andar, ouvir,sentir, enfim, controla nossas ações e sentimentos em geral. Ele, junto com a medula espinhal,formam o sistema nervoso do nosso corpo, composto por  milhões de células: os neurônios, que liberam substâncias químicas conhecidas  por neurotransmissores.
A falha nesse sistema causa algumas doenças como o mal de Parkinson e o Alzheimer,que são doenças neurodegenerativas e outras como o AVC.
O Mal de Parkinson atinge a população idosa, acima de 60 anos, mas com casos confirmados em pessoas mais jovens, entre 30 anos. É uma doença progressiva, causada pela morte celular dos neurônios produtores de dopamina.
Os sintomas incluem diminuição dos movimentos,cosntipação,dificuldade de deglutir,falta de expressão no rosto,mialgia,posição inclinada, tremores em repouso, dentre outros.




Nesse vídeo o Dr. Drauzio Varela explica  os sinais e sintomas do Acidente Vascular cerebral - AVC, conhecido também por derrame cerebral. É uma doença causada pelo déficit neurológico refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o déficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.
Os sinais e sintomas mais observados são fraqueza, distúrbios visuais,perda de movimentos de um lado do corpo,principalmente braços e pernas,paralisia facial,distúrbios da fala,cefaléia e o paciente deve ser levado imediatamente ao hospital, pois cada minuto é imprescindível para a diminuição das sequelas deixadas pelo AVC.
Os pacientes mais propícios são os com hipertensão arterial, doenças cardíacas, diabetes,tabagistas.
Outros fatores que podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo.

O vídeo mostra também uma animação de fácil interpretação  sobre o funcionamento do sistema nervoso central (SNC).