O lupos é uma doença crônica, de natureza auto-imune e inflamatória,que atinge várias regiões do organismo humano, principalmente a epiderme, as juntas, o sistema sanuíneo e os rins.
Geralmente o sistema imunológico fabrica proteínas conhecidas como anticorpos.
Cabem a eles preservar o corpo físico de todo tipo de ataque externo,
de vírus, bactérias, células que provocam o câncer e tantos outros
elementos desconhecidos. Estes invasores, que desencadeiam a elaboração
automática de anticorpos, são denominados antígenos.
A enfermidade auto-imune aparece quando o sistema
imunológico responsável pela defesa do organismo não consegue mais
distinguir os elementos incomuns das suas próprias células, atingindo
assim não só os inimigos, mas também seu ambiente corporal. São estas
proteínas anormais, os auto-anticorpos, que, unidos aos fatores
orgânicos, compõem os complexos imunológicos, gerando sérias lesões nos
mais variados tecidos e mutações na circulação do sangue.
É uma doença de difícil diagnóstico pois suas manifestações clinicas podem aparecer em um unico órgão ou comprometer vários sistemas retardando assim sua suspeita.O diagnóstico é baseado em 11 parâmetros clínicos e laboratoriais, sendo que a presença de quatro deles já é suficiente para a conclusão do diagnóstico.
Veja as informações mais completas sobre a doença, diagnóstico e tratamento disponível em :http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/65/lupus_eritematoso_sistemico.htm
biologia e vida
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
O que é linfoma?
INTRODUÇÃO E DEFINIÇÕES
Os
linfomas são neoplasias hematológicas que formam um grupo amplo de
entidades malignas que podem apresentar padrão histológico e
comportamento clínico diferenciado, constituindo-se muitas vezes em um
desafio para o clínico. Tais diferenças baseiam-se em diversidade de
evolução e prognóstico, indo desde doenças que levam anos de sua
instalação a seu diagnósticos (indolentes) até entidades malignas
extremamente agressivas, que podem levar ao óbito em alguns dias se não
forem tratadas adequadamente. Torna-se imperativo, portanto, que tais
condições tenham seu diagnóstico feito prontamente. Sendo proliferações
neoplásicas malignas de linfócitos, residem predominantemente em órgãos
linfóides. A classificação dos linfomas os divide em dois grandes
grupos:
Linfoma não-Hodgkin.
Os
linfomas não-Hodgkin (LNH) são todos aqueles não caracterizados como
linfomas de Hodgkin (LH), sendo, portanto, um grupo de mais de 30
doenças diferentes, com apresentações clínicas e prognósticos muito
variados. Correspondem a mais de 70% dos linfomas.
Dada
a grande variedade de apresentações clínicas e achados
histopatológicos, sua classificação adequada continua sendo um grande
desafio para hematologistas e patologistas. Durante as últimas décadas,
diversos esquemas de classificação foram propostos, e à medida que novas
técnicas foram sendo desenvolvidas (por exemplo, imunofenotipagem,
citogenética, biologia molecular), os esquemas de classificação eram
revistos, com descrição de novos e reclassificação de subtipos antigos.
De
todo modo, qualquer classificação de linfoma deve procurar definir não
apenas o tipo histológico, mas também realizar correlação clínica e
determinar o grau de agressividade dos diversos subtipos histológicos,
haja visto que essa informação tem extrema importância no planejamento
do tratamento e no prognóstico dos doentes. Tendo isto em mente, a
classificação histológica mais utilizada hoje é a classificação da
Organização Mundial da Saúde (OMS), uma atualização da antiga
classificação REAL (do inglês Revised European American Classification
of Lymphoid Neoplasms). No entanto, iremos nos guiar neste capítulo por
uma classificação clínica dos LNH, em virtude sua maior praticidade e
relevância na prática diária, de modo que possa se estabelecer com
precisão o prognóstico do doente e iniciar as medidas terapêuticas
apropriadas.
Artigo completo disponível em :http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/99/linfomas_nao_hodgkin.htm
Esse artigo trans informações bem complexas sobre o linfoma,suas formas de manifestações, sintomas, tratamentos e diagnóstico
Linfoma
O linfoma é um câncer no sistema linfático, composto por
vasos e agregados de células responsáveis pela defesa do nosso
organismo.
Os
vasos linfáticos originam-se na periferia do corpo - debaixo das
superfícies mucosas ou da pele - e correm rumo ao seu interior. Nesse
caminho, unem-se uns aos outros, transformando-se em vasos
progressivamente maiores que terminam em grandes veias na base do
pescoço.Ao longo do trajeto, existem estruturas denominadas nódulos linfáticos – mais conhecidos como gânglios linfáticos. Eles funcionam como filtros e é em seu interior que ocorrem respostas imunológicas para microrganismos como bactérias e vírus.
Os linfomas mais frequentes decorrem do aumento dos gânglios linfáticos e são classificados como Hodgkin – que possuem uma célula alterada com o nome de Reed-Steinberg – e não Hodgkin. De forma geral, podem ser indolentes (não agressivos), agressivos ou muito agressivos.
Causas
De acordo com o hematologista do Einstein, Dr. Nelson Hamerschlak, não se conhecem as causas de todos os linfomas. “Alguns deles estão claramente ligados a problemas virais. Outros simplesmente acontecem e não conseguimos determinar uma causa”, afirma o médico.“Já houve tentativas de se estabelecer produtos agrícolas como causas e até mesmo determinadas características genéticas, mas pouco foi de fato relacionado”, diz.
Sintomas e sinais
É comum o próprio paciente perceber o aumento desses gânglios na região do pescoço ou abaixo da mandíbula. Eles aumentam de tamanho e ficam endurecidos, embora sejam indolores, não apresentem vermelhidão e nem elevação da temperatura local.O aumento de gânglios pode ocorrer também em outras regiões do corpo, como nas axilas, acima ou abaixo das clavículas, do lado interno dos braços na altura dos cotovelos ou na virilha.
Alguns pacientes relatam regressão dos sintomas de maneira espontânea ou resultante de tratamento com antibióticos ou medicação anti-inflamatória.
Tosse com ou sem expectoração, dores no tórax e dificuldade para respirar mediante esforço físico costumam ser verificados. Febre (geralmente inferior a 38oC), transpiração noturna e perda de peso inexplicável também podem acometer indivíduos com linfoma.
Algumas vezes, a transpiração mostra-se tão intensa que obriga o paciente a trocar o pijama ou até mesmo os lençóis durante a noite. Algumas pessoas apresentam ainda um quadro de coceira generalizada, intensa e extremamente desconfortável.
A cura
Os linfomas são doenças potencialmente curáveis, mesmo nas fases avançadas. “O tipo do linfoma determina se tem maior ou menor chance de cura. Os indolentes são pouco agressivos e podem conviver com o paciente por muitos anos, outros requerem tratamento imediato com quimioterapia ou radioterapia. Alguns poucos podem necessitar de transplante de medula óssea”, explica.Tratamento
O tratamento de linfomas varia de acordo com o paciente e depende do tipo da doença (Hodgkin ou não Hodgkin).Os recursos terapêuticos disponíveis são radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. Os linfomas indolentes têm caráter crônico e o tratamento, quando necessário, visa apenas controlar a doença.
Para os casos mais agressivos, o transplante de medula óssea retirada do próprio corpo pode ser recomendado.
Essa modalidade de tratamento vem obtendo resultados interessantes em linfomas avançados e reincidentes. As chances de sucesso dependem de vários fatores, como idade do paciente, outros problemas médicos associados, número de tratamentos quimio ou radioterápicos previamente recebidos, além da sensibilidade da doença à quimioterapia administrada antes do transplante.
Além de poder ajudar em quadros de reincidência da doença, o transplante autólogo é uma alternativa interessante para pacientes cuja doença não melhora completamente após o tratamento inicial.
Disponivel em:http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/linfoma-tem-grande-chance-de-cura.aspx
Esse tipo de câncer é avassalador e geralmente se descobre já numa condição extrema da doença.
Passamos por essa situação com uma pessoa próxima, mas que, graças a Deus,superou parcialmente a doença e está bem.
É um tratamento com medicações caras, mas de grande eficiência. Vale a pena conhecer um pouco mais dessa doença, pois seus sintomas são bem comuns,as vezes passando despercebido o início da mesma.
Anemia Falciforme
Na anemia
falciforme, as células vermelhas do sangue (hemácias), que normalmente
têm um formato discóide (A), assumem formas bizarras que lembram foices
quando em baixas tensões de oxigênio, seja no laboratório ou em alguns
órgãos do corpo, como o baço.A Anemia Falciforme é uma doença hereditária e genética, caracterizada por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem sua forma arredondada e adquirem a forma de uma foice(daí o nome falciforme). Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. No Brasil, representam cerca de 8% dos negros, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.
O artigo da Revista Ciência Hoje ,Anemia Falciforme:uma doença molecular, fala das várias descobertas sobre a doença, abrindo portas para o surgimento da medicina molecular e genética.Dentre os descobridores de que essa anemia é de herança genética,está o brasileiro Jessé Accioly, que plublicou um artigo sobre o assunto,falando das suas desconfianças, mas que por ter ficado apenas em hipóteses,não ganhou nome pelas suas suposições, pois para a ciência apenas hipóteses não não bastam.
Artigo disponível em:http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/deriva-genetica/anemia-falciforme-uma-doenca-molecular/?searchterm=ANEMIA%20FALCIFORME
Anemia Falciforme, como acontece
http://www.youtube.com/v/FBXcJN1ETa4?version=3&autohide=1&autohide=1&feature=share&autoplay=1&showinfo=1&attribution_tag=Gz5ag6eYD4-gyBbpc_CC2w
Esse vídeo é uma animação que mostra de forma dinâmica como acontece a anemia falciforme, sua mutação no dna e seus sintomas.É bem interessante
Esse vídeo é uma animação que mostra de forma dinâmica como acontece a anemia falciforme, sua mutação no dna e seus sintomas.É bem interessante
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Parkinson - como acontece
O cérebro é o órgão que comanda todas as funções do nosso corpo. É ele que nos permite falar, andar, ouvir,sentir, enfim, controla nossas ações e sentimentos em geral. Ele, junto com a medula espinhal,formam o sistema nervoso do nosso corpo, composto por milhões de células: os neurônios, que liberam substâncias químicas conhecidas por neurotransmissores.
A falha nesse sistema causa algumas doenças como o mal de Parkinson e o Alzheimer,que são doenças neurodegenerativas e outras como o AVC.
O Mal de Parkinson atinge a população idosa, acima de 60 anos, mas com casos confirmados em pessoas mais jovens, entre 30 anos. É uma doença progressiva, causada pela morte celular dos neurônios produtores de dopamina.
Os sintomas incluem diminuição dos movimentos,cosntipação,dificuldade de deglutir,falta de expressão no rosto,mialgia,posição inclinada, tremores em repouso, dentre outros.
Nesse vídeo o Dr. Drauzio Varela explica os sinais e sintomas do Acidente Vascular cerebral - AVC, conhecido também por derrame cerebral. É uma doença causada pelo déficit neurológico refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o déficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.
Os sinais e sintomas mais observados são fraqueza, distúrbios visuais,perda de movimentos de um lado do corpo,principalmente braços e pernas,paralisia facial,distúrbios da fala,cefaléia e o paciente deve ser levado imediatamente ao hospital, pois cada minuto é imprescindível para a diminuição das sequelas deixadas pelo AVC.
Os pacientes mais propícios são os com hipertensão arterial, doenças cardíacas, diabetes,tabagistas.
Outros fatores que
podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras
doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação
do sangue) do indivíduo.
O vídeo mostra também uma animação de fácil interpretação sobre o funcionamento do sistema nervoso central (SNC).
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